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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, GRAJAU, Mulher, de 15 a 19 anos, Português, Inglês, Cinema e vídeo, Música, Namorar meu bebê
ICQ - 119958189

Nome: Camila Pessoa
Nick : Mila
Idade: 17 anos.
Aniversário: 7 de agosto
Onde mora: Rio de Janeiro, RJ.
Estado civil: Namorando o meu bebê, vulgo Raphael...
ICQ: 119958189
Corpo: morena com olhos castanhos escuros, cabelos escuros e lisos um pouco abaixo do ombro, 1,60cm com 55kg... Ah!!! ás vezes me encontro de óculos, as vezes de lentes...hahaha...
Onde estuda: To fazendo pré-vestibular no Intellectus .
Série:Pré – vestibular (acabei o colégio).
Vestibular para: Comunicação social(fotojornalismo).
Hobbies: Ler, cantar, dançar, ouvir músicas, assistir filmes, vôlei, vagar pela net, conversar com os amigos, implicar com outros amigos, beijar na boca...
Frase preferida: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.” Fernando Pessoa..
Meu humor atual - i*Eu

.::Lugares por onde vago::.












Histórico:

- 16/05/2004 a 22/05/2004
- 09/05/2004 a 15/05/2004





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O POST FICOU FRAGUIMENTADO MAS É PARA LER AS TRÊS ÚLTIMAS MENSAGENS NA ORDEM...

+ Na sexta-feira passada estava eu estudando Português em um clube aqui perto de casa quando comecei a ler um texto escrito por Augusto Boal do Jornal do Brasil. Adorei o texto. Muito bom mesmo. Comecei a me perguntar se um dia irei escrever um texto desse tipo, Capaz de emocionar pessoas. A senhora do texto naquele momento se sentiu viva, como uma de nós. Ela pode saber, enfim o que é dignidade, coisa que muitos brasileiros não sabem o que é. Vivemos em um país onde milhares de habitantes nos são invisíveis.

   Eu ainda espero que um dia todos os brasileiros tenho em cima deles, holofotes e microfones para faze-los vistos e ouvidos.

   O texto segue abaixo.



- Postado por: mila às 11h24
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Iluminando o invisível

 

   No fim do ano passado, o Teatro do Oprimido realizou um Festival no Teatro Glória com seus atuais sete grupos de populares. Quando digo popular, digo povo; não são artistas interpretando papéis de povo, mas o povo revelando-se artista; moradores de favelas, negros, trabalhadores, empregadas domésticas – improvisam, escrevem e encenam suas obras.

No dia em que se apresentaram as domésticas, no fim do espetáculo, uma das Maria-atrizes chorou depois da cena. Perguntei por quê? Com suas palavras, que não consigo reproduzir, disse:

-         Uma empregada doméstica deve ser invisível. Quanto menos seja vista, melhor. Ela põe e tira a mesa, faz a comida e a cama, lava e passa, varre, limpa, cuida das crianças...Mas, sobretudo, não deve ser vista nunca. Nós aprendemos a ser invisíveis. Hoje, ensaiando no palco, reparei que um técnico cuidava de que eu estivesse bem iluminada, com a cor adequada. Aprendemos a emudecer; outro técnico colocava um microfone no meu vestido para que minha voz fosse ouvida...

 

-         Isso é tão bom... Por que chorou?

 

-         Porque a família para qual trabalho estava inteira na platéia, no escuro, vendo e ouvindo. No final, aplausos; trabalho para eles a mais de dez anos e acho que foi a primeira vez que me viram e me ouviram. Agora sabem que eu existo. Porque fiz teatro.

 

   Naquele palco, um ser humano invisível foi iluminado.

   O que mais me comoveu nesse episódio foi pensar em tantos outros invisíveis que nos rodeiam. E, justamente porque não os vemos, o salário mínimo, por exemplo, não nos comove. De repente, alguma coisa acontece: uma luz ilumina os invisíveis.

                                               

                                       BOAL, Augusto. Jornal do Brasil, março de 2000.

- Postado por: mila às 11h23
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+ Sábado de manhã tive aula. Já não agüento mais ouvir falarem de Física e Matemática. Por mais que eu tente não dá, não entra mais nada na minha cabeça. O mundo seria bem melhor sem essas matérias. Ok, tudo bem. Sei que eles são essenciais para uns e adoradas por outros, mas para mim não dá mais...

 

+ Mudando de assunto...

  Vocês viram a cara de bobo do Mandela quando soube que a África do Sul vai sediar a copa de 2012??? Todo bobo...

 

Por hoje é só... Beijos...

Camila Pessoa



- Postado por: mila às 11h23
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+Por que somos obrigados a viver num mundo tão pequeno???

Quando alguma mulher se apaixona por um homem que não sabe dar o valor que ela tem por ser mulher, ela sofre...

Porém, ela não o esquece...

Será que temos que ser, como diz minhas amigas do curso, pisadas para nos apaixonar???

Ou temos que pisar para fazer eles se apaixonarem pela agente?

Eu fui traída por um ex – namorado meu e isso não me fez quere-lo mais, ao contrário eu quis ele bem longe de mim. Hoje eu o encontro quase todo dia e finjo que não o vejo... O que posso fazer. Toda vez que eu o vejo lembro dos momentos bons que eu tive com ele, porém também lembro dos momentos tristes como foi o nosso término.

A Larissa por sua vez se envolveu com um amigo mais novo que tem namorada, ele dizia que gostava muito dela e que iria terminar o namoro dele pra ficar com ela... Hoje ele, que continua namorando, liga para ela e ela não resiste. Eu e a Luciana já tentamos fazer ela não pensar nele, ignora – lo, mas volta e meia ela aparece no curso p*** e nós já sabemos por que...

Esse meu ex aparece toda semana no meu curso durante os intervalos, num desses intervalos ele pediu que eu voltasse com ele... Resolvi não aceitar. Primeiro por que se eu voltasse com ele não seria feliz nunca mais. Desconfiaria sempre dele. Segundo eu estou apaixonada pelo o meu atual namorado. Apesar de ter superado o meu ex ainda trago marcas do sofrimento que eu passei, tenho medo de sofrer de novo e por isso acabo não confiando plenamente no meu atual namorado, sei que ele não tem nada a ver com o que aconteceu comigo e que ele tem sido um ótimo namorado, mas é muito difícil pra mim...

Afinal, devemos nos entregar a aqueles que nos pisam ou a aqueles q cuidam de nós???

Eu estou tentando a segunda opção, mas se alguém aqui estiver tentando a primeira me avise...

 

Beijos

Camila Pessoa

Have you Ever Really Loved a Woman.
(Bryan Adams
).

To really love a woman
To understand her - you gotta know her deep inside
Hear every thought - see every dream
N' give her wings - when she wants to fly
Then when you find yourself lyin' helpless in her arms
Ya know ya really love a woman

When you love a woman you tell her
that she's really wanted
When you love a woman you tell her that she's the one
Cuz she needs somebody to tell her
that it's gonna last forever
So tell me have you ever really
- really really ever loved a woman?

To really love a woman
Let her hold you -
til ya know how she needs to be touched
You've gotta breathe her - really taste her
Til you can feel her in your blood
N' when you can see your unborn children in her eyes
Ya know ya really love a woman.

When you love a woman
you tell her that she's really wanted
When you love a woman you tell her that she's the one
Cuz she needs somebody to tell her
that you'll always be together
So tell me have you ever really -
really really ever loved a woman?

You got to give her some faith - hold her tight
A little tenderness - gotta treat her right
She will be there for you, takin' good care of you
Ya really gotta love your woman. . .



- Postado por: mila às 10h16
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+ Tudo tem um início...

 

Para começar, resolvi explicar como vai ser esse Blog.

Sou apenas mais uma adolescente do Rio de Janeiro que está em ano de vestibular. Para me transformar em mais normal ainda, estou fazendo o meu segundo ano com dúvidas bastante evidentes sobre a minha futura carreira.

Pretendo fazer comunicação, mas não tenho certeza. Estou passando por um problema cada vez mais comum nos jovens de hoje em dia.

Faço curso pré – vestibular no Intellectus da Saens Peña, curso de inglês segundas e quartas a noite no CNA e academia nas noites restantes.

Esse Blog vai servir para mostrar para os futuros vestibulandos ou atuais como eu que o vestibular não é um bicho tão complicado quanto acreditamos ser. Espero que gostem do meu Blog e deixem comentários. 

Pretendo escrever aqui toda a rotina de uma vestibulanda comum.

Mil beijos.

Camila Pessoa

- Postado por: mila às 10h54
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*Bebê TE AMO DEMAIS*